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Portos brasileiros cobram menos por serviços de movimentação de contêineres refrigerados

Portos brasileiros cobram menos por serviços de movimentação de contêineres refrigerados

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Pesquisa da Antaq analisou os 40 principais portos internacionais para traçar comparativo

 

 

O contêiner é utilizado no transporte de 95% das cargas gerais movimentadas

No Porto de Santos, valores do THC variaram de US$ 207 a US$ 266 por contêiner (Carlos Nogueira/AT)

 

Os preços cobrados pelos serviços de movimentação de carga entre o portão do terminal portuário e o costado da embarcação, conhecido como THC, são significativamente menores em portos brasileiros se comparados aos valores estabelecidos pelos complexos internacionais em relação aos contêineres refrigerados. A constatação é da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o órgão regulador do setor.

O estudo feito pela agência analisou dados dos 40 principais portos internacionais envolvidos no comércio exterior brasileiro, que representaram 80% da importação ou exportação no ano passado. A divulgação do resultado foi feita por quatro grandes transportadores marítimos: CMA-CGM; One; Hapag-Lloyd; Hamburg Süd.

Tendo como origem o Porto de Santos, o principal do país e da América do Sul, os valores do THC variaram de US$ 207 a US$ 266 por contêiner. Em Buenos Aires, na Argentina, os números ficam entre US$ 265 a US$320 por contêiner. O maior porto do Ocidente, Roterdã, nos Países Baixos, de US$ 336 a US$ 347. O Porto de Hamburgo, na Alemanha, de US$ 286 a US$ 396. Já as cargas com origem no Porto de Hong Kong, na China, variaram de US$ 299 a US$ 473 por contêiner.

A Antaq pressupõe que as diferenças são motivadas pelas negociações entre os grandes exportadores de produtos refrigerados brasileiros e as empresas de navegação.

Os complexos portuários nacionais incluídos na pesquisa foram: Itajaí (SC), Paranaguá e Antonina (PR), Rio Grande (RS), São Francisco do Sul (SC), Manaus (AM), Recife (PE) e Fortaleza (CE). Juntos, eles representaram 85% da movimentação de contêineres do país, em 2018.

Fonte: A Tribuna